Vamos celebrar toda forma de amor

Fevereiro é o mês do amor! É nesse mês que vários casais apaixonados comemoram o dia mais romântico do ano. Mas está errado quem pensa que o Valetine’s Day deve ser celebrado apenas pelo namorados! Um famoso cantor da música popular brasileira (MPB), Lulu Santos, fala em uma de suas músicas: “consideramos justa toda forma de amor” e é nisso que acreditamos. O dia dos namorados, ou melhor, o dia do amor pode e deve ser comemorado por todos aqueles que estabelecem realções de amor uns com os outros, sejam eles um casal de namorados, de irmãos e até amigos, por que não?

É por isso que nesse dia dos namorados entrevistamos três tipos de casais: um casal casado, um casal de irmãos e um casal de amigos, todos residindo em Dublin. Todos os eles tem uma relação baseada no amor, carinho e cumplicidade, por isso, convido você a conferir a história de cada um deles, seus  desafios e conquistas desde a chegada até agora na Irlanda e como a experiência de trabalhar e estudar em Dublin tem contribuído na relação deles.

Thyago e Amanda – juntos desde 2017

Ela é de Recife e ele de Salvador. Essa mistura de calor e praia tinha que dar muito certo, não é? Os dois, se conheceram enquanto trabalhavam na mesma empresa, ambos em suas respectivas cidades. O que começou com uma amizade baseada na paixão pelo futebol se transformou em namoro, levamdo os dois pombinhos ao altar um mês antes de virem para Dublin. “A vinda pra Irlanda foi praticamente nossa lua de mel”, afirma Thyago.

Ao chegarem na ilha a grande dificuldade do casal foi o clima frio. “Você imagina: dois nordestinos, acostumados com calor o ano todo…lógico que iriamos sofrer”, diz Amanda. Ela completa que “com o tempo, você começa a se acostumar. Usar as roupas certas e se sentir mais à vontade”.

Sobre como se veem agora, depois de quase 1 ano e meio de intercâmbio, a resposta é unânime entre os dois: “a nossa parceria e cumplicidade só aumentou”, dizem. “O intercâmbio pontencializa tudo. Por estarmos distantes da nossas família e amigos, acabamos passando muito mais tempo juntos. Então, eu tenho a ela e ela a mim. E isso fez com que o nosso relacionamento melhorasse, fosse para outro nível de admiração, carinho e amor”, finaliza Thyago.

Assista à história do casal clicando aqui

Cesar e Cristian – juntos desde 1992

Quem nunca brigou com seu irmão na infância (ou até já mais adultos, em alguns casos…)? Mas esse não é o caso dos irmãos gêmeos chilenos Cristian e Cesar. Além de indênticos, os irmãos garantem que tem personalidades muito parecidos e por isso afirma: “nossa convivência é muito tranquila. Por sermos gêmeos, temos uma conexão diferente da que existe entre ‘irmãos comuns’”.

Segundo os irmãos, o suporte e a parceria na dupla é constante e foi isso que garantiu o sucesso da suas vindas e estadias em Dublin. “Se eu precisar de algo, eu tenho meu irmão e ele tem a mim , sempre”, afirmam. Para eles, a decisão de vir foi mútua: ambos queriam viver esse experiência, e “ninguém melhor do que a pessoa que mais me acompanhou e mais me conhece para me acompanhar nessa jornada”, afirma Cesar.

Os gemêos ainda ressaltam que não se “cansam” da companhia um do outro. “Para nós, não foi um problema ter que dividir o quarto. Já fizemos isso antes. Inclusive, quando eu penso em uma companhia para viajar ou fazer qualquer outra coisa, meu irmão é a pessoa que me vem a mente, todas as vezes”, garantem.

“Fazer um intercâmbio com meu irmão é uma experiência única e maravilhosa. Ele me conhece, somos muito transparentes, temos pensamentos muito parecidos e isso facilita no dia a dia. Com ele, nunca me sinto só”, finaliza Cristian.

Assista à história dos irmãos clicando aqui

Macarena e José Emílio – juntos desde 2016

Sabe aquele amigo que vira quase um irmão? Esse é o caso de Macarena e Emílio. A amizade que começou durante a faculdade de Relações internacionais, trouxe os dois paraguaios até a Irlanda para viver mais uma aventura juntas. Segundo Macarena o apoio e companhia do amigo são essenciais no seu dia a dia aqui. “Eu sou muito apegada à minha família, por isso, sinto muita falta deles. E sei que sem a ajuda de Emílio seria muito mais difícil suportar essa saudade”, diz Macarena.

Para Emílio, vir para Dublin e ter a possibilidade de compartilhar experiências incríveis ao lado da amiga é indescritível. “Viemos para a Irlanda para abrir nossos horizontes e perpectivas. Para ter uma visão diferente do mundo e, também, desenvolver a nós mesmos. Ter a oportunidade de fazer tudo isso ao lado de uma grande amiga não tem preço. Toda a experiência, com certeza, nos tornou ainda mais próximos e parceiros.

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