Idade é só um número: nunca é tarde para iniciar uma aventura

Tradução: Amanda Melo

Não importa sua idade, sempre é tempo de começar uma expêriencia que pode mudar sua vida. Aqui, nós te contamos 3 histórias de estudantes, todos eles de diferentes idades e nacionalidades. Três aventuras com o mesmo objetivo: testar a si mesmo, conhecer novos lugares e, claro, aprimorar o seu inglês.

Pilar tem 18 anos, vem da Argentina e chegou em Dublin nove meses atrás. Antes de chegar na capital irlandesa, ela aterrisou na Espanha, mas ela decidiu mudar seus planos, já que não estava encontrando tantas oportunidades de se desenvolver. Para Pilar, viajar sozinha nunca foi um impedimento: “as vantagens são muitas: liberdade, autonomia, poder se conhecer melhor”, ela afirma.

Mauricio e Alejandra em Londres.
Mauricio e Alejandra, aproveitando sua viagem a Londres.

Maurício tem 31 anos, é do México e chegou há dois meses com Alejandra, sua esposa. Os dois escolheram Dublin para melhorar o inglês, viajar pela Europa e provar para eles mesmos que eles, juntos, não têm limites. Para o casal de Guadalajara, vir juntos é um vantagem, uma vez que eles podem apoiar um ao outro emocionalmente e economicamente. “Mesmo se você vier sozinha, você vai fazer amigos rapidamente”, ele diz.

Lúcia tem 56 anos, é brasiliera e chegou há quatro meses. Sua maior motivação tem sido conhecer diferentes culturas e aprender a nova linguagem, já que, segundo ela, na sua idade, muitas pessoas já sabem falar inglês. “Não ter essa habilidade no meu currículo foi um ponto negativo quando eu estava procurando emprego no meu país”, ela explica.

Pilar foi encorajada e posou para a câmera de Alejandra Muñoz (@ferphotographycl).

Lúcia também escolheu esse destino para estar próxima da sua filha Lilás, que já estava morando aqui há dois anos. “Se você vem com amigos ou família, vocè terá o apoio emcional que precisa no período de adaptação. Mas se você vem sozinho, você receberá esse apoio dos seus novos colegas de sala”, declara.

Família, amigos, animais de estimação e comidas típicas de cada país são alguns fatores de maior saudade após a decisão de sair da sua zona de conforto e se arriscar em novas aventuras. Durante o caminho, vão existir alguns obstáculos a serem superados e que, quão mais difíceis, vão tornar cada pessoa ainda mais forte.

“Eu tive que resolver coisas em casa ou no trabalho mesmo sem ter um vocabulário específico. Por exemplo, ter que explicar para o encanador qual era o problema ou ao lidar com reclamações dos clientes no restaurante que eu trabalho, e sem sombra de dúvida, eu superei tudo isso”, afirma Pilar.

Lúcia, sorrindo, em Howth Bay.

Para Maurício, adaptar-se ao clima irlandês tem sido um grande desafio que, segundo ele, foi resolvido com um bom casaco. “Você não deve deixar seus medos te pararem. Você só precisa encarar eles. Assim, você vai sentir muito feliz e orgulhoso da sua atitude”, encoraja Lúcia no que diz respeito ao enfrentamento de situações adversas.

Nesse sentido, Pilar, Maurício e Lúcia aconselham a deixar para trás os medos e incertezas e empreender a experiência de sua vida. “Além de aprender inglês, você aprende a adaptar-se a uma nova cultura, conhecer pessoas novas e atravessar situações que te fazem crescer muito, diz Pilar.

“Se alguém ainda está relutando em viajar, eu diria para dar uma chance, por que vale a pena, mas, se não gostar da experiência, você sempre pode voltar”- Pilar

Finalmente, os três estudantes concordam que a beleza das paisagens irlandesas, e além delas, o Phoenix Park, a praia de Howth, a baía de Dun Laoghaire bay e o centro da cidade de Dublin são seus lugares favoritos a serem visitados.

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